Segundo pesquisa, 29% estavam usando ou já haviam considerado usar aplicativos de namoro para fins profissionais Pixabay Uma enquete recente da comunidade Segundo pesquisa, 29% estavam usando ou já haviam considerado usar aplicativos de namoro para fins profissionais Pixabay Uma enquete recente da comunidade

Apps de namoro são o novo LinkedIn? Alguns profissionais estão usando essas plataformas para buscar emprego

2026/02/15 22:00
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Segundo pesquisa, 29% estavam usando ou já haviam considerado usar aplicativos de namoro para fins profissionais — Foto: Pixabay Segundo pesquisa, 29% estavam usando ou já haviam considerado usar aplicativos de namoro para fins profissionais — Foto: Pixabay

Uma enquete recente da comunidade do Glassdoor mostra que 29% dos entrevistados estavam usando ou já haviam considerado usar aplicativos de namoro para fins profissionais. Em um mercado de trabalho difícil, cheio de sistemas de IA que escaneiam currículos, muitos candidatos estão buscando alternativas para se apresentar para uma pessoa real.

O Business Insiders relata alguns casos de profissionais que estão usando os apps de namoro para procurar emprego. Devan Barker, de 31 anos, por exemplo, busca bicos como garçom e bartender. Depois de um grave acidente de patinete elétrico, ele passou meses sem trabalhar e viu as contratações no setor diminuírem. Agora ele passa os dias procurando vagas em sites de emprego, mas também no Grindr, aplicativo de rede social e relacionamento baseado em geolocalização, voltado para gays, bissexuais, trans e queer.

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E ele já teve alguns resultados. Um contato lhe rendeu uma entrevista, mas depois o gerente decidiu considerar uma promoção interna para a vaga. Outros bartenders e garçons no aplicativo já perguntaram aos seus chefes se havia contratações para ele.

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“Percebi que tive mais sucesso nesses aplicativos”, disse ao Business Insider. “Não há espaço para constrangimento", diz Barker, que é direto com seus contatos no Grindr: quando alguém pergunta “Como você está?”, ele responde “procurando emprego.”

Barker não está sozinho. Lexie Flynn, gerente de mídias sociais de 27 anos, conheceu um cliente no Hinge, aplicativo de relacionamento focado em conexões sérias e duradouras. Ela estava procurando trabalhos extras. Ele estava cansado da barreira de idioma entre ele e sua operadora de mídias sociais na Indonésia.

Havia interesse romântico “dos dois lados”, mas a conversa rapidamente mudou para trabalho. Tudo permaneceu profissional “assim que percebemos que podíamos nos ajudar” nos negócios, afirmou ela ao Business Insider.

Ela fez uma auditoria gratuita das redes sociais dele e enviou uma análise por mensagem direta no Instagram. Ele se reuniu com seu gerente de marketing, depois os três se conectaram, e ela conseguiu o trabalho. Desde outubro, ela cuida das redes sociais dele.

“Quando vejo ‘dono de negócio’, é para aí que minha mente vai primeiro”, disse Flynn. “Eu 100% stalkeio o negócio deles nas redes sociais.”

Vigna Grace, gerente de produto de 26 anos, costumava perguntar aos seus dates do Tinder sobre o trabalho deles. Isso foi quando ela tinha 21 anos, era solteira e ainda não sabia que caminho seguir depois de se formar em ciência da computação.

Ela disse que esses encontros lhe deram uma “visão de dentro” de diferentes empresas onde poderia trabalhar. Grace saiu com funcionários de empresas de tecnologia como Google e Meta, além de banqueiros de investimento e investidores de venture capital. Alguns a indicaram para vagas, como um match no Spotify.

Como Grace separa conexão romântica de conexão profissional? “Eu não separo”, respondeu. Ela disse que quer estar com alguém que ame o próprio trabalho, então falar de carreira acaba sendo um tema natural em encontros.

Mas trabalhar com um match é uma má ideia? Depende. Sean Horan, professor de comunicação da Fairfield University que estuda relacionamentos no ambiente de trabalho, disse que conexões românticas podem durar menos — e, portanto, ser menos problemáticas para um empregador — do que outros tipos de relacionamento.

“Alguém trabalhar com um irmão ou melhor amigo pode ser uma relação mais forte, mais próxima e com mais lealdade do que qualquer romance”, disse Horan.

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