O mercado de imóveis em leilão oferece oportunidades únicas, mas exige conhecimento das regras legais. Saber diferenciar os procedimentos da primeira e segunda praça permite decisões mais inteligentes. Compreender os limites de desconto e avaliar riscos ajuda investidores e compradores a obter imóveis abaixo do preço de mercado de forma segura e estratégica.
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Na primeira praça, o preço mínimo do imóvel é definido pela avaliação oficial, conforme exigido pelo Código de Processo Civil e regulamentos dos leiloeiros. Essa medida garante que o bem não seja vendido por valor muito inferior ao seu mercado, protegendo credores e compradores de negociações precipitadas.
O valor de avaliação leva em conta características físicas, localização e documentação do imóvel. Assim, os interessados participam de um leilão seguro, com lances competitivos, mas sem possibilidade de grandes descontos. A primeira praça funciona como referência inicial e filtro de seriedade entre os participantes.
O que muda nos leilões de imóveis na segunda praça e como obter ganhos reais em 2026
Na segunda praça, a lei permite que o preço mínimo seja reduzido significativamente, possibilitando descontos que podem chegar a 40% ou mais do valor de avaliação inicial. Essa medida busca evitar a devolução do imóvel ao credor e acelerar a venda, garantindo liquidez para o mercado.
Esses descontos tornam a segunda praça extremamente atrativa para investidores que já estudaram o imóvel previamente. Com planejamento e análise da documentação, é possível adquirir bens a preços muito abaixo do mercado, minimizando riscos e potencializando retornos em caso de revenda ou aluguel.
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A segunda praça reduz a pressão competitiva, pois muitos interessados participam apenas da primeira. Isso aumenta as chances de arremate por valores menores. Compradores bem informados podem monitorar o leilão, calcular gastos e definir limites de lance com segurança, aproveitando oportunidades pouco disputadas.
Além disso, quem aguarda pode avaliar imóveis que não receberam lances suficientes na primeira praça. Isso permite analisar documentação, vícios e potenciais reformas. A estratégia reduz erros e aumenta previsibilidade de custos, tornando o investimento mais seguro e rentável, especialmente em imóveis residenciais ou comerciais bem localizados.
Antes de arrematar, é essencial verificar matrícula, certidões negativas, débitos de IPTU, condomínio e possíveis penhoras. A ausência dessa análise aumenta riscos financeiros e jurídicos, podendo transformar um desconto atrativo em prejuízo.
Também é importante visitar o imóvel, quando permitido, para avaliar estado estrutural, instalações e necessidade de reformas. Quanto mais informações coletadas, mais consciente será a decisão de participar da primeira ou segunda praça.
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A segunda praça exige estratégia e atenção. Seguir passos claros ajuda a minimizar riscos e otimizar ganhos.
O planejamento prévio garante que o comprador não cometa erros comuns e maximize a oportunidade oferecida pelo leilão.
Confira os principais cuidados:
O que muda nos leilões de imóveis na segunda praça e como obter ganhos reais em 2026
É necessário comparar o valor da segunda praça com preço de mercado e gastos adicionais. Incluem-se taxas, ITBI, escritura e eventuais reformas. Esse cálculo permite identificar se a compra gera economia real ou retorno potencial.
O desconto agressivo só é vantajoso se o imóvel atender aos critérios de liquidez ou valorização futura. Compradores experientes consideram localização, demanda e características do imóvel para decidir se o arremate é financeiramente interessante.
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Embora a segunda praça ofereça descontos, existem riscos como disputa inesperada por investidores, débitos ocultos ou documentação irregular. É fundamental revisar certidões, matrícula e editais com atenção.
Além disso, imóveis desocupados ou com ocupantes podem exigir ações legais para desocupação. Planejamento e conhecimento jurídico reduzem essas chances, tornando a estratégia de aguardar a segunda praça segura e vantajosa.
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