Polícia Federal deflagrou 3 fases desde 2ª feira (9.mar); mandados foram determinados pelo Supremo Tribunal FederalPolícia Federal deflagrou 3 fases desde 2ª feira (9.mar); mandados foram determinados pelo Supremo Tribunal Federal

Operação no RJ mira relação de agentes públicos com facções

2026/03/11 21:04
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A PF (Polícia Federal) deflagrou nesta 4ª feira (11.mar.2026) a 3ª fase da operação Anomalia, que investiga a ligação de grupos criminosos violentos com policiais militares do Rio de Janeiro. A ação foi autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. Eis a íntegra da decisão (PDF – 3 MB). 

Os agentes cumprem 7 mandados de prisão preventiva e 7 de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, de Nova Iguaçu (RJ) e de Nilópolis (RJ). O STF determinou ainda o afastamento das funções públicas de todos os investigados e a quebra do sigilo de dados dos equipamentos eletrônicos apreendidos na operação.

As investigações apontam que policiais militares utilizavam a prerrogativa da função pública que exercem para beneficiar o crime organizado no Estado. A atuação desses agentes seria na facilitação logística para o tráfico e para as milícias, na blindagem de integrantes dos grupos criminosos e na ocultação dos benefícios econômicos obtidos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, lavagem de capitais, e corrupção ativa e passiva. O cumprimento das ordens judiciais desta 4ª feira conta com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Este é o 3º dia seguido de operações da Polícia Federal. Os agentes cumpriram na 2ª feira (9.mar) 4 mandados de prisão preventiva de agentes públicos investigados por ligação com o crime organizado. Na 3ª feira (10.mar), outros 4 mandados de prisão foram cumpridos no Estado. 

As 3 fases da operação foram conduzidas pela Força-Tarefa Missão Redentor 2, que consolida as diretrizes do STF em cumprimento ao acórdão da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) 635. A ação busca conter violações em ações policiais e coibir abusos contra os direitos humanos de moradores de comunidades no Rio de Janeiro.

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