Grupo lançado em Davos, na Suíça, fala em impedir conflitos armados pelo planeta; Brasil foi convidado, mas ainda não respondeuGrupo lançado em Davos, na Suíça, fala em impedir conflitos armados pelo planeta; Brasil foi convidado, mas ainda não respondeu

12 dos 26 países do Conselho da Paz de Trump são autoritários

2026/01/23 17:00

Dos 26 países que integram o Conselho da Paz, 12 têm governos considerados autoritários. De acordo com o relatório Freedom in the World (Liberdade no Mundo), apenas 5 países podem ser considerados livres, ou seja, com democracias reconhecidas. O grupo foi lançado na 5ª feira (22.jan.2026) pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), e teve a adesão de 26 países no 1º dia. 

O relatório é elaborado anualmente pela organização independente Freedom House. Os países são classificados de acordo com um sistema de pontuação que avalia indicadores relacionados a direitos políticos, liberdades civis, processo eleitoral, funcionamento do governo, dentre outros. Os países são classificados como:

  • livres – são considerados democracias liberais;
  • parcialmente livres – são considerados democracias eleitorais, mas não democracias liberais;
  • não livres – são considerados regimes autoritários.

O Conselho da Paz de Donald Trump

O Conselho da Paz foi lançado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos. O estatuto diz que o grupo vai “promover a estabilidade, restaurar a governança confiável e legítima e assegurar uma paz duradoura em áreas afetadas ou ameaçadas por conflitos”.

O republicano convidou dezenas de líderes para integrar sua iniciativa. O Conselho Executivo fundador é formado pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, pelo ex-premiê britânico Tony Blair, pelo atual presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, entre outras autoridades e pessoas próximas a Trump.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu o convite para integrar o Conselho da Paz. O governo brasileiro ainda avalia se vai aceitar. O Planalto discute internamente a participação e deve consultar outros países antes de tomar uma decisão. O clima é de cautela.

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