A Binance executou nesta quinta-feira, 15 de janeiro, o 34º burn trimestral de BNB, eliminando 1,37 milhão de tokens de forma permanente.
Com isso, a oferta total de BNB caiu para 136,36 milhões, reforçando a estratégia deflacionária do ativo e mantendo o compromisso histórico da rede com a redução gradual do supply.
O evento marcou o primeiro burn de BNB em 2026. Ao todo, 1.371.803,77 BNB foram enviados para um endereço irrecuperável, conhecido como black hole. Portanto, esses tokens não podem mais ser utilizados ou negociados.
Além disso, o montante destruído superou US$ 1,27 bilhão, considerando o preço do BNB no momento da queima.
A prática ocorre trimestralmente e segue um mecanismo automatizado da BNB Chain, baseado em parâmetros on-chain e na atividade da rede.
Changpeng Zhao, fundador da Binance, comentou o evento nas redes sociais. Em tom bem-humorado, ele questionou: “Alguém sabe o valor em dólares disso?”, chamando atenção para a magnitude da queima e seu impacto simbólico no mercado.
O objetivo do burn é direto, reduzir a oferta ao longo do tempo para aumentar a escassez do ativo. Por isso, muitos investidores enxergam o mecanismo como positivo no médio e longo prazo, especialmente em ciclos de maior demanda.
Entretanto, o preço do BNB não reagiu de forma imediata, o token operou em queda de 0,6% nas últimas 24 horas, sendo negociado a US$ 939, segundo dados do CoinMarketCap.
Ainda assim, analistas destacam que a redução contínua da oferta tende a fortalecer a narrativa de valor do BNB.
Além disso, a demanda pelo token segue sustentada pelo uso dentro do ecossistema da Binance, incluindo taxas, staking e aplicações na BNB Chain.
No fechamento, o 34º burn reforça a consistência da política deflacionária da rede. Portanto, mesmo com volatilidade no curto prazo, a estratégia mantém expectativas construtivas para o BNB no longo prazo.
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